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e-commerce

Google expande publicidade de produtos em busca

Página de resultados de buscas exibirá fotos dos produtos, com preços e informações
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Os resultados da busca do Google vão parecer muito com um catálogo daqui para a frente, exibindo imagens dos produtos com seus preços e outras informações técnicas.

A empresa testou a nova publicidade com 800 anunciantes no decorrer do último ano. Chamada de Product Listing Ads, sua versão beta foi lançada nesta sexta-feira, 12. Pela primeira vez, os grandes anunciantes poderão ter imagens de seus produtos na página de resultados de buscas. Mas ao contrário do modelo tradicional de se pagar pelos cliques, no caso do novo formato haverá o pagamento de acordo com as compras, com divisão das receitas com o próprio Google.

O Product Listing Ads mostrará as fotos e algum texto sobre o produto ao lado dos resultados normais de publicidade do AdWords.

No caso das redes varejistas que tem milhares de produtos, elas não precisarão comprar palavras-chave para todos seus ítens. A sugestão do Google é que elas concentrem em alguns produtos que têm potencial para gerar venda de outros também.

Um case apresentado pelo Google, baseado nos testes já feitos, é da Campmor. A empresa teve alta de 40% na taxa de cliques. A empresa tem 25 mil ítens à venda e compra cerca de 3 mil palavras do AdWords.

Do Advertising Age.

Confira abaixo um vídeo de apresentação (em inglês):


Marketing Digital abre espaço no mercado

29/09/2009

Há alguns anos, se uma empresa quisesse atender melhor seus clientes, bastava um bom serviço de atendimento ao consumidor e um site atualizado. Hoje, eles sozinhos não têm mais a eficácia de fazer repercutir a marca e fidelizar o cliente. Por isso, novas estratégias de marketing estão sendo lançadas para achar e atender melhor o consumidor.

O marketing digital, por exemplo, é uma das principais competências que vêm sendo desenvolvidas dentro das empresas. Graças ao acesso facilitado a computadores e internet, as ações online foram percebidas como ótimos recursos para estimular as vendas, estreitar o relacionamento com os clientes e ajudar a melhorar a imagem dos produtos e serviços. Para criar uma relação de transparência com a clientela sem “forçar a barra”, estão sendo utilizados meios comuns a todos como Orkut, Twitter, You Tube e muitos outros, as chamadas mídias sociais, que não têm nada a ver com spam. Por ser um serviço de menor custo e apresentar resultados excelentes, o marketing digital está quase totalmente voltado para essas novas mídias.

As empresas estão observando todo esse movimento e passam a ter novas idéias e posições. As empresas consideram, por exemplo, que a internet é um meio eficiente para a promoção de suas vendas (resposta de 70% dos pesquisados), porém apenas 39% dão suporte de pós-venda por esse canal. Segundo uma reportagem de Nadja Sampaio publicada no jornal O GLOBO, estas são algumas das conclusões da pesquisa “As relações de consumo na era do comércio on-line”, conduzida pela consultoria Deloitte junto a 109 companhias de diversos segmentos e portes econômicos.

A pesquisa mostrou que as empresas estão diversificando seus métodos de comunicação com seus clientes, utilizando a web ou o celular, seja na valorização da marca (para 80% dos entrevistados, este é o principal uso da publicidade na internet), na ampliação de mercados (56%) ou no lançamento de produtos (46%). Mas, ao mesmo tempo, apenas 34% destacaram o uso da internet para redução de custos e de despesas; 39% consideram a web como um suporte de pós-venda, e somente 12% consideraram que a internet facilita a adoção de uma política diferenciada de preços, explicou Patricia Sousa, gerente da área de Varejo e Bens de Consumo da Deloitte.

O marketing na internet vai muito além do que ter uma comunidade no Orkut ou anunciar no Adwords do Google. Conquistar clientes, aumentar as vendas e melhorar a comunicação com o público podem ser os principais objetivos das empresas quando avaliam a possibilidade de fazer uma campanha de publicidade online, mas a internet como um todo tem muito mais a oferecer aos empresários, podendo proporcionar melhores resultados e lucratividade.

Fontes: Revista Fator e Jornal O Globo


Internet transforma relações de consumo – Estudos

28/09/2009

Com o objetivo de retratar a visão e as práticas das empresas nas relações com o consumidor final e com outras empresas na Internet, a consultoria Deloitte realizou a pesquisa “As relações de consumo na era do comércio online“. O estudo, que abordou entidades de diversos segmentos e portes econômicos, contou com a participação de 109 empresas que atuam no País, que responderam à pesquisa entre 20 de agosto e 8 de setembro.

As empresas analisadas consideram as relações on-line um meio eficiente para a promoção das vendas (a Internet é apontada por quase 70% das empresas da amostra). O celular, em particular, foi apontado por 22% dos respondentes, o que revela a utilização de modelos com maior conectividade, interatividade e mobilidade perante os consumidores ou clientes. “Isso mostra que as empresas estão diversificando seus métodos de comunicação e acompanhando os movimentos de mercado”, afirma Patricia Sousa, gerente da área de varejo e bens de consumo da Deloitte.

Outro ponto de destaque é que apenas 2% dos respondentes apontaram que o consumidor compra o produto e/ou serviço por impulso, sem uma avaliação criteriosa. Na visão de 50% dos entrevistados que acompanham os hábitos do público na utilização da Internet, os potenciais compradores buscam, principalmente, obter melhores condições de compra. Além disso, mais de 40% da empresas respondentes acreditam que o público utiliza a Internet para visualizar melhor as características e tomar conhecimento dos produtos e/ou serviços. No entanto, percebem que as pessoas e as empresas, na maioria das vezes, ainda acabam por efetuar ou finalizar as compras em instalações físicas.

Nesse sentido, a pesquisa revela que o foco das empresas na Internet está voltado, principalmente, para as relações com o público consumidor. Das empresas analisadas, 53% utilizam a Internet para aumentar ou melhorar o relacionamento com consumidores e clientes. “A Internet tornou-se um recurso fundamental na gestão de vendas das empresas e as mudanças tecnológicas estão transformando as relações comerciais e de pós-venda”, explica Patricia.

No entanto, para a executiva, a Internet ainda se mostra um meio de comunicação a ser melhor explorado. “Ao mesmo tempo em que as empresas estão preocupadas com o relacionamento, poucas estão monitorando o meio on-line”, diz Patrícia. De fato, a pesquisa aponta que 80% das empresas se preocupam, principalmente, com a valorização da marca nas ações de comunicação. No entanto, apenas um terço indica realizar um monitoramento de riscos associados à imagem da empresa.

Além disso, a pesquisa mostra que o varejo tradicional vem dividindo cada vez mais espaço com meios alternativos de venda. Segundo a pesquisa, o comércio online já apresenta importante contribuição para os resultados das empresas, sendo responsável por 6% do faturamento total obtido pelas entidades da amostra. Segundo estimativas dos respondentes, o canal online apresenta grande potencial de crescimento e deve ganhar espaço nos próximos 12 meses, passando a compor 8% dos resultados das empresas.

Fonte:Cliente SA


Compras pela internet devem aumentar 30% até 2014 – Estudos

29/09/2009

Juliana Boechat

A cada dia, o e-commerce, ou comércio online, se torna mais comum na vida das pessoas. Os principais motivos: comodidade e grandes descontos. Nos últimos 10 anos, esse tipo de transação cresceu 45% em todo o Brasil. Para os próximos cinco anos, o número deve aumentar 30%. Só em 2008, as empresas lucraram R$ 8,2 bilhões com vendas pela internet — sem contar a comercialização de automóveis, leilões e passagens aéreas. Para este ano, a expectativa é de que o lucro anual atinja R$ 10,5 bilhões. Cerca de 10 mil empresas vendem no mundo virtual. Ainda assim, alguns compradores não confiam na rede. Especialistas garantem que a prática é positiva caso o internauta tenha rigor na hora de efetuar a compra virtual para não ser enganado (Leia Os mandamentos).

Os principais consumidores de produtos online são adultos na faixa de 24 a 49 anos, com renda mensal de R$ 3,5 mil. O público de classe C e D, com mais de 50 anos, e entre 18 e 24, no entanto, registra o maior crescimento nesse tipo de mercado. “A tendência é que cada vez mais o perfil do consumidor online se iguale ao do cidadão brasileiro em geral”, analisa Maurício Salvador, diretor de marketing e vendas da e-bit, empresa pioneira na realização de pesquisas sobre hábitos e tendências de e-commerce no Brasil. Segundo ele, a busca de produtos na internet tende a aumentar graças à segurança do comprador em relação aos sites e à intimidade dos usuários com o mundo virtual. Além disso, experiências positivas passadas de boca em boca poderão ajudar a aumentar ainda mais o número de e-consumidores. A satisfação do brasileiro com a compra on-line chega a 87%.

Os produtos mais vendidos na internet são os livros. “É uma commodity, ou seja, é o mesmo produto em qualquer lugar. Além de ser algo simples de ser vendido e transportado”, explicou Gerson Rolim, diretor-executivo do site Câmara-e.net, que realiza estudos e pesquisas sobre o e-commerce. Em segundo lugar na lista de compra estão produtos de saúde, beleza e medicamentos. Logo depois aparecem itens de informática, eletrodomésticos e eletrônicos em geral. Para incentivar esse mercado, a Câmara-e.net criou uma data especial para o varejo online. Além das cinco grandes datas para venda — Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados, Dia das Crianças e Natal —, existe a Detona Web. Em setembro, os 17 maiores sites de venda diminuem preço e aumentam o parcelamento dos produtos para os consumidores.

Fonte:Correio Braziliense


Webseminário Ikeda – A Importância do SEM (Serach Engine Marketing) para o e-Commerce

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Webseminário Ikeda – A Importância do SEM (Serach Engine Marketing) para o e-Commerce from IKEDA e-Commerce on Vimeo.


Business » CBSS cresce 700% e colhe benefícios com e-commerce

06/03/2009

No segundo ano de atuação de seu canal e-commerce, a CBSS – que administra os cartões Visa Vale –, registrou crescimento de 700% no faturamento. Em 2008, o canal web da empresa foi responsável por 36% dos novos contratos Visa Vale fechados no ano.“Os resultados conquistados pelo e-commerce representam justamente a importância estratégica do canal para a empresa. E como a inovação é um dos principais nortes da companhia desde sua fundação, estamos sempre apostando em processos dinâmicos e diferenciados, por isso o investimento constante em ferramentas web”, afirma Paulo Frossard, diretor-executivo comercial, marketing e produtos da CBSS.“Neste mês, lançaremos a contratação do gerenciamento de vale-transporte pela internet. Esperamos replicar o sucesso do canal também para esse serviço”, completa. “Hoje incorporamos o DNA do varejo virtual. Acompanhamos os resultados e promovemos ações táticas e direcionadas para a conquista de novos contratos pela web diariamente”, declara Fabio Frazão, gerente de e-Business da CBSS, área criada em março de 2008.

Fonte:B2B Magazine


Grandes lojas entram na internet

O faturamento médio anual de R$ 8,2 bilhões do comércio eletrônico está atraindo grupos varejistas como o Wal-Mart do Brasil e Casas Bahia

Carla Seixas
cseixas@jc.com.br

É de olho no faturamento médio anual que já alcança a casa dos R$ 8,2 bilhões, segundo dados do e-bit de 2008, que as empresas investem cada vez mais no comércio eletrônico. Grandes redes do varejo tradicional estão abrindo lojas na tela do computador. Só para mensurar o quanto esse mercado está se tornando atraente, mesmo aqueles grupos que têm uma boa capilaridade no País passaram a estrear nos últimos meses na internet. Na lista das gigantes estão empresas como Wal-Mart do Brasil e Casas Bahia. Tanto interesse está atrelado a um crescimento de vendas que chega a ser o triplo do varejo convencional.

Entre as explicações para um saldo cada vez mais positivo estão a inclusão digital – incentivada pelo governo – e a bancarização – que facilitou consideravelmente o processo de quitação das compras online. Para a estudiosa no assunto e uma das professoras da Fundação Instituto de Administração (FIA) Patrícia Vance, a comercialização de computadores para consumidores das classes C ou D levou empresas como a Casas Bahia, por exemplo, a olharem para esse nicho de mercado com mais atenção. “Trata-se de um público que dependia muito do crédito direto da loja para comprar. Com a bancarização, isso foi alterado. Quem imaginava, por exemplo, as Casas Bahia entrando nesse mercado de vendas online ?”, reforça ela.

A empresa – conhecida nacionalmente pela farta campanha publicitária de preços baixos – lançou no último dia 2 o site para oferecer, nas 24 horas do dia, itens como geladeiras, aparelhos de TV e de som. O investimento foi de R$ 3,7 milhões e a expectativa é que responda por 2% do faturamento da empresa toda. Por ora, informam os integrantes, a ideia é atender apenas nas praças onde a rede já tem loja, o que não inclui Pernambuco nesse primeiro momento.

PREVISÃO

Patrícia Vance alega que, apesar do ano de crise que se desenha para a economia global, e sendo a internet um dos maiores símbolos da globalização, vai ser no comércio eletrônico que o varejo pode ter os melhores resultados. Parte disso se deve, claro, ao fato de ser um meio com bases menores do que os convencionais, tendo, claro, espaço para crescer. “Em 2008 o resultado foi 30% superior ao de 2007. Esse mesmo ritmo é esperado para este ano”, diz Patrícia. Já o varejo tradicional acumulou vendas 9,1% maiores em 2008. O varejo online é cada vez mais usado pelas classes mais baixas. “Em 2005, 31% dos que compravam pela internet tinham renda familiar de até R$ 3 mil. O último dado referente a 2008 mostrou que esse indicador já é de 46%”, ressalta ela.

O vice-presidente de E-commerce do Wal-Mart – empresa que passou a disputar o internauta-consumidor desde o final de 2008 – Carlos Fernandes, lembra que umas das exigências desse mercado é a agilidade na hora de reagir a concorrência. “Imagina a complexidade para alterar um preço de um produto na loja. No comércio eletrônico isso é bem mais rápido, o que reforça a concorrência. Mas mantemos na internet a mesma política das lojas que é a de colocar o melhor preço”, diz. No Wal-Mart a expectativa é que as lojas virtuais também tenham um ritmo de crescimento mais acelerado do que a expansão do setor convencional. Este ano a meta é vender CDS, livros e DVS no meio virtual.

No Extra.com a expectativa é que até 2010 os investimento totalizem R$ 40 milhões na área. Agora, o desafio é reduzir o tempo de entrega dos produtos. Hoje, no Nordeste, em alguns casos é possível receber o pedido em um dia. Por ora, quem ainda está fora desse mercado, quando se analisa as grandes redes de varejo, é o Carrefour. O site funciona como um canal de relacionamento, mas sem possibilidade de compras. Mas está nos planos da empresa fisgar parte da fatia desse mercado em breve.

Para a consumidora Liana Bezerra, o meio é prático e seguro. “Costumo comprar muitas coisas na internet. Nunca tive problemas com entrega, por exemplo”, diz ela que atua como supervisora de uma empresa de tecnologia. “Até as compras de alimentos e do material de limpeza do escritório eu faço pela internet. É prático e poupa um tempo que antes eu gastava na fila do supermercado”, conta.

http://jc.uol.com.br/jornal/2009/02/23/not_320444.php


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