06-Jan-2011

As redes sociais vieram para ficar e o ano 2010 testemunhou níveis de crescimento ímpares. O Facebook ultrapassou o Google no tráfego semanal enquanto algumas análises reportam que aproximadamente 95% das empresas usam o LinkedIn como importante ferramenta nos esforços de recrutamento.
Também o uso das redes sociais através dos telemóveis teve um aumento incrível. Neste contexto, a “Logic +Emotion” publica o estudo da Harvard Business Review sobre as tendências que nos esperam no próximo ano ao nível do “social media”. O que nos espera em 2011? Seguem-se 6 tendências ( sem nenhuma ordem em particular) dignas de registro para o próximo ano:

1) Economia Integrada: Desde a Ford à Dell passando pela Starbucks e muitas outras companhias que foram pioneiras na utilização do “social media”, 2011 será certamente o ano em que estas empresas olharão atentamente para a integração das redes sociais não apenas a nível regional mas também global tendo em conta todas as facetas do negócio desde o marketing até à gestão de crise.

2) Os “tablets” e o “Mobile” e as redes sociais omnipresentes: À medida que a competição aumenta, o mercado é inundado de smartphones melhores e mais baratos e um leque variado de “tablets”. A tecnologia permite ao consumidor estar conectado 24/7 e através de múltiplos e poderosos canais. As redes sociais irão estar presentes “on-the-go” , fora de casa e fora do escritório.

3) Facebook e as potencialidades da localização: Se 2010 foi o ano da Foursquare e o seu poderoso, competitivo sistema de “badges” e “mayorships”, é expectável que o Facebook em 2011 domine a dinâmica social baseada na localização de uma forma global. Esta plataforma estará definitivamente bem posicionada para responder com inúmeros serviços e aplicações úteis ao sucesso de marcas, produtos e serviços.

4) Participação Esquizofrénica nas Redes Sociais: Enquanto o “social media” boom associado à multiplicação de inúmeros perfis sociais em diversas redes não é novo junto dos “tech involved”, muitos dos utilizadores denominados “médios” estão igualmente a experienciarem esta dinâmica social: eles usam o twitter,facebook, g-mail, skype. Enquanto os primeiros já criaram as suas próprias ferramentas para gerir esta socialização, os segundos precisarão de apoio das plataformas , que deverão funcionar cada vez mais integradas, simplificadas e user-friendly

5) Google não os vence, junta-se a eles: Google provou que a melhor forma de vencer o Facebook, Twitter e o resto é fazer aquilo que o Google sabe fazer melhor: é “indexá-los por peças”. O algoritmo do Google torna-se cada vez mais inteligente na análise da informação Twitter. Desta forma tiram partido do mundo social na web associando-se a toda e qualquer informação a que consigam deitar as mãos. PERFEITO!

6) Funcionalidade “Social” torna os sites novamente “cool” e na moda. Os sites terão a tendência de servir como “digital hubs” que integram a actividade social de múltiplas plataformas. Por exemplo, a rede social de música da Apple, chamada de Ping integrou recentemente Twitter. A integração é a “palavra de ordem” para ser relevante num mundo social sempre conectado.

Fonte: Omnicom Media Group

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