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Camara-e.net e Abrarec assinam protocolo de cooperação para promover a Economia Digital

E-Commerce News | 25/03/2015 – 16:21 PM |

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A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e a Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente (Abrarec) firmaram nesta quinta-feira (26) um convênio de cooperação com o objetivo de desenvolver atividades voltadas para o fomento da Economia Digital e da Tecnologia. O convênio promoverá a troca de informações entre os associados sobre as tendências em Economia Digital e canais de Relacionamento e Varejo, gerando conteúdo informativo e editorial, eventos e seminários nessas áreas, além de acompanhar os procedimentos de regulação desses setores.

A primeira ação de cooperação está relacionada à Lei da Entrega Agendada, que vigora em alguns Estados. As entidades têm se reunido com os órgãos de defesa do consumidor do Estado de São Paulo no intuito de expor os impactos econômicos e logísticos da lei.

“O protocolo de cooperação entre a camara-e.net e a Abrarec é um passo importantíssimo na consolidação do esforço que vem sendo desenvolvido pelas entidades no sentido de fortalecer a visão conjunta sobre temas tão importantes, como a privacidade de dados, a regulação do Marco Civil, a Lei da Entrega Agendada, e as ações que visam a construção de caminhos alternativos para a solução de conflitos”, diz Ludovino Lopes, presidente da camara-e.net. “Essa visão conjunta e os esforços integrados elevam as relações associativas para um novo patamar que o setor da economia digital demanda pela sua vitalidade, gerando resultados reais para a economia nacional”, completa Lopes.

O segundo grande projeto desta parceria está em desenvolver um Grupo Técnico de Trabalho para atuar de forma conjunta com a Estratégia Nacional de Não Judicialização (Enajud), órgão da Secretaria de Reforma do Poder Judiciário do Ministério da Justiça que tem como ponto focal o desenvolvimento de ações e estudos que auxiliem na redução da litigiosidade no País.

O propósito da Enajud também é viabilizar e estruturar métodos alternativos de solução de conflitos no comércio eletrônico, a fim de prevenir e reduzir litígios, beneficiando diretamente tanto as empresas quanto o consumidor, que poderá ter sua reclamação resolvida rapidamente.

“O Termo de Cooperação mostra a maturidade dos setores representados para dialogar sobre temas complexos e a necessidade de buscar eficiência também nas ações associativas”, avalia Vitor Morais de Andrade, presidente da Abrarec. “Com este alinhamento, ganham as empresas com porta-vozes falando a uma única linguagem, mas, sobretudo, ganham os consumidores, que passam a ter o mercado trabalhando em conjunto para melhorar os nossos padrões de serviços e relacionamento, gerando ganhos econômicos e satisfação das pessoas”, completa.

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E-commerce e a Terceira Idade

Publicado em abr 22nd , na seção Artigos, Comércio Eletrônico , por Diretório E-Commerce

O comércio eletrônico e a melhor idade

Quando pensamos em internet, logo temos a imagem de um jovem em frente ao computador navegando em redes sociais, fazendo compras online, pesquisando e, principalmente, alinhado com a tecnologia e suas novas tendências. Essa imagem, no entanto, faz parte de um passado recente da web e já não é totalmente verdadeira. Faz algum tempo que a internet deixou de ser um canal apenas para os jovens. Tanto é verdade que hoje em dia já é possível imaginar uma pessoa de idade como personagem principal no cenário descrito acima.

Com a evolução digital e o crescente número de informação disponibilizada no ambiente virtual, podemos afirmar que, nos dias de hoje, o idoso já apresenta um comportamento muito mais sociável que a de outras gerações pré-web. De acordo com estudo levantado pela e-bit, 9% dos e-consumidores que afirmaram terem sido influenciados por alguma rede social no momento da compra tinham entre 50 e 64 anos.

Esse número aponta uma crescente tendência em pessoas mais “experientes” conectadas às tão famosas mídias sociais. Um grande fator de influência desse fenômeno pode começar dentro da própria família, já que seus filhos e, principalmente, netos, podem ser presenteados com mimos digitais em alguns sites já consagrados na web, como o Club Penguin, Farmville, além de receber créditos em games online, como no site americano Steam.

As pessoas de mais idade também podem se beneficiar dos meios de comunicação existentes na internet, já que, com o fenômeno das redes sociais, é possível estar mais perto de seus familiares, compartilhando vídeos e fotos, fazendo novas amizades, mesmo que enfrentando problemas de locomoção ou instaladas em clínicas de saúde e hospitais.

Os recentes lançamentos de aparelhos tecnológicos também dão reforço para o público de mais idade ingressar no meio digital. Os famosos Tablets, como o Ipad, são fáceis de usar e possuem ótima usabilidade, operando como computadores em forma de prancheta, sem teclado e com tela sensível ao toque, permitindo aumentar o tamanho das letras e imagens. Com essas vantagens e facilidades, torna-se ainda mais simples o “e-idoso” aderir ao universo virtual.

Já quando o assunto é compras virtuais, os consumidores mais maduros já têm uma forte participação comprovada por números. Segundo dados da e-bit, atualmente 25% dos e-consumidores informam ter mais de 50 anos. Em 2001, esse número era de 10%, o que pode transmitir uma maior confiança desse público em fazer suas compras pela internet, além de não precisarem se locomover ou passar por situações cansativas ou de stress ao saírem de casa para comprarem seus produtos. Esta participação deve continuar crescendo na próxima década, acompanhando a mudança da pirâmide etária brasileira.

Não restam dúvidas que a solidão enfrentada pelas gerações de idosos pré-web pode estar com os dias contados com a chegada da “e-velhice” oriunda da evolução digital. A internet e o comércio virtual passarão por diversas mudanças e novas tendências surgirão aliadas ao poder de comunicação dos usuários em redes sociais e outras ferramentas que ainda serão lançadas. Nesse cenário repleto de expectativas, uma coisa é certa: Os usuários mais velhos estarão a todo pique acompanhando essa corrida. E você, jovem? Acompanha?

Fonte: Blog do E-Commerce

Estado na briga pelo e-commerce

Publicado em 20.10.2010

Com incentivos fiscais, governo de Pernambuco tenta atrair a gigante B2W, criada a partir da fusão dos sites de compras Americanas.com e Submarino

Giovanni Sandes

gsandes@jc.com.br

Os bilhões de reais e o crescimento anual forte, de dois dígitos, das compras pela internet fizeram Pernambuco se escalar para virar um polo regional do comércio eletrônico. A base dessa estratégia é um decreto publicado ontem, que traz incentivos fiscais para a atividade. O Estado quer atrair várias empresas, mas a primeira “cantada” tem endereço certo: a gigante B2W Companhia Global de Varejo, que surgiu da fusão, em 2006, entre a Americanas.com e o site de compras Submarino.

Com o incentivo fiscal, as vendas eletrônicas para fora do Estado, via internet ou telemarketing, terão uma carga tributária estadual de 2%. O benefício já vale a partir do próximo dia 1º. Segundo o secretário-executivo da Receita Estadual, Roberto Arraes, a operação da B2W a partir de Pernambuco está “em estágio avançado de negociação”.

A menção no decreto estadual a vendas por telemarketing se justifica porque a B2W detém ainda, entre outras marcas, a Shoptime, conhecida por seus anúncios na televisão, que convidam o consumidor a fechar o negócio por telefone.

Considerando apenas as vendas fechadas pela internet, no entanto, é possível compreender o interesse do Fisco de Pernambuco e de outros Estados pelos lucros nada virtuais. Segundo a Forrester Research, empresa de pesquisa independente e listada em bolsa, o comércio de produtos pela rede, no Brasil, era de R$ 2,8 bilhões em 2005 e deve chegar a R$ 12,8 bilhões este ano, uma média robusta de 38% de crescimento anual.

Os benefícios fiscais pernambucanos para que empresas do ramo venham faturar suas vendas a partir do Estado parecem uma grande sacada, mas na verdade se trata de uma reação a uma briga sem fim. As Fazendas de todo o País brigam por uma fatia do bolo dessas receitas do comércio virtual e da falta de uma regra uniforme para a divisão dos impostos cobrados em cima dessas vendas.

Roberto Arraes comenta que a Constituição Federal de 1988 prevê que o dinheiro dos tributos fique no Estado de origem, o lugar de onde saem as mercadorias. O problema é que a grande maioria das empresas que vendem pela internet tem base em São Paulo, onde são faturadas as vendas e os impostos são recolhidos.

Dentro do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne o pessoal do Fisco de todos os Estados e do governo federal, a briga ainda é grande, embora tenha diminuído temporariamente porque os governos esperavam algum avanço da reforma tributária, em 2009. Como não houve acerto, a disputa generalizada voltou.

A Paraíba, por exemplo, saiu na frente de Pernambuco e já oferece um benefício fiscal que resulta em uma carga tributária de 1% sobre mercadorias vendidas para outros Estados.

Dentro do Confaz, no início deste ano, Pernambuco apresentou uma estimativa de R$ 35 milhões em perdas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nessas vendas, só no ano passado, com uma projeção de uma frustração de recolhimento de imposto 30% maior este ano – um dinheiro que agora deve pelo menos começar a entrar no caixa estadual.

Governo prevê alta de 20% na arrecadação
Publicado em 20.10.2010

Pernambuco prevê uma arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 20% a 22% maior este ano do que no ano passado. O número, que representa um crescimento forte, é calculado com base no recolhimento de R$ 6,7 bilhões em ICMS no ano passado e foi revisto mais de uma vez, ao longo do ano.

Segundo o secretário-executivo da Receita, Roberto Arraes, o aumento expressivo no recolhimento de ICMS compensa uma frustração em outras fontes de recursos, que têm crescido, porém menos do que o esperado: o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). “Teremos um forte crescimento na arrecadação, o dobro do aumento do Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco, sem aumento da carga tributária. Temos buscado maior eficiência na arrecadação”, comenta Roberto Arraes.

Segundo ele, além do avanço da economia em Pernambuco, aquecida por canteiros de obras gigantes e pela construção civil, principalmente, ações de inteligência do Fisco têm incrementado o caixa estadual. Arraes destaca a criação de diretorias regionais da Secretaria da Fazenda, com maior proximidade do contribuinte, inovação tecnológica e tratamento das diferentes bases de dados sobre transações de empresas e também a adoção da substituição tributária.

Além das medidas preventivas e de monitoramento, Roberto Arraes cita ainda um forte avanço na fiscalização. “Tivemos um crescimento das ações presenciais. A média até 2008 era de 6.500 ações por ano. Em 2009, tivemos 10.300. Este ano, devemos fechar em 12 mil ações”, reforça.

GOVERNO FEDERAL

O forte desempenho econômico brasileiro mantém em alta a arrecadação no País. Em setembro, o recolhimento de tributos não só bateu recorde histórico para o mês, ao atingir R$ 63,419 bilhões, como também apurou a maior taxa de crescimento real do ano, 17,68%. A tendência daqui para frente, no entanto, é de desaceleração.

De janeiro a setembro deste ano, segundo dados divulgados ontem pela Receita Federal do Brasil, a arrecadação de impostos somou R$ 573,604 bilhões – um recorde para o período –, o que representa uma expansão real de 13,12% em relação ao mesmo período de 2009 (R$ 483,570 bilhões). A estimativa da Receita é que esse número recue gradualmente, fechando o ano entre 10% e 12%.

Jornal do Commercio – 20.10.2010

http://jc3.uol.com.br/jornal/2010/10/20/not_397266.php

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