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Relacionamento e promoção pela internet potencializam vendas

Pão de Açúcar, Johnnie Walker, West Coast e Cravo & Canela realizam ações no ambiente online para atrair consumidores

Por Cláudio Martins, do Mundo do Marketing | 28/04/2011
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O relacionamento na internet tem sido uma importante ferramenta para as marcas que desejam engajar os consumidores e, consequentemente, aumentar suas vendas. É o caso de empresas como Pão Açúcar, Johnnie Walker, West Coast e Cravo & Canela, que investem em estratégias para fidelizar clientes e ampliar os pontos de contato.

As ações digitais, no entanto, devem dialogar com o mundo offline para expandir a experiência do consumidor com a marca. Prova disso são as iniciativas do Keep Walking Club, da Johnnie Walker. Criado em 2007, o clube de relacionamento oferece aos associados personalização das garrafas do blend Black Label, com mensagens de até três linhas, permitindo ao consumidor a criação de um produto exclusivo e único.

O processo é todo feito no ambiente virtual, desde o cadastro para se associar ao clube, até a criação da frase do rótulo. Mas o resultado é visto ao vivo, na embalagem do próprio produto. Os membros também contam com o Movimento Piloto da Vez, que dá direito a uma corrida gratuita de até 10 km de taxi, entre às 19h de sábado e às 5h de domingo. Os associados devem apenas ligar para uma Central de Taxi e dizer os dados de identificação do clube. O Keep Walking Club oferece ainda descontos em produtos da marca em delicatessens de São Paulo.

Relacionamento para alavancar vendas
A West Coast e a Cravo & Canela também promovem benefícios aos consumidores a partir da internet. As marcas do grupo gaúcho de calçados West Coast lançaram em 2010 a Lista de Desejos. Com a ferramenta, os consumidores podem selecionar três produtos que gostariam de ganhar no site e compartilhar suas escolhas nas redes sociais. A cada mês, o internauta que tiver a lista mais clicada recebe um dos modelos desejados.

“Com a Lista de Desejos, já estamos conquistando um crescimento semelhante ao primeiro trimestre de 2010, que

foi de 30%. Este ano, mesmo sem o fechamento oficial de janeiro-março, já ultrapassamos a marca de 27%”, afirma Fábio Steffen (foto), Coordenador do Núcleo Digital da West Coast e da Cravo & Canela, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Já o Grupo Pão de Açúcar investe em ações pontuais para as suas bandeiras. Para a 12ª Feira de Informática do Extra, por exemplo, a empresa desenvolveu um aplicativo no Facebook que permitia aos consumidores selecionarem os produtos que gostariam de encontrar em promoção. A oferta que recebesse o maior número de “curtir” seria ativada.

Durante a Páscoa, o Grupo também desenvolveu uma ação semelhante na rede social. Foi criado um aplicativo chamado Corrida de Coelhos, com o objetivo de proporcionar um envolvimento dos consumidores com a empresa. A cada semana do mês de abril, quatro marcas de ovos Páscoa estariam disponíveis e, durante o período, o mais votado na rede estaria em promoção nas lojas do Pão de Açúcar.

“A procura foi muito grande e chegamos a vender ovos de Páscoa com até 50% de desconto. Com a ação pretendemos descobrir quais produtos são os mais procurados e quanto de abatimento os consumidores desejavam encontrar”, diz Nathália Jordão, Coordenadora de Marketing Digital do Grupo Pão de Açúcar, em entrevista ao portal.

Comunicação eficaz proporciona mais engajamento dos consumidores
Para que as ações de Marketing nas mídias sociais influenciem no crescimento das vendas é preciso entender o perfil do consumidor para quem elas se destinam. O Grupo West Coast mantém dois canais de comunicação, um para o público feminino e outro para o masculino. A página da marca feminina Cravo & Canela, criada em 2005, conta com um blog atualizado cerca de três vezes por semana com informações sobre moda, beleza e celebridades.

Já no site da West Coast, especializada em produtos para homens, o ritmo de postagens é diferente. As ações para estes consumidores devem ser mais pontuais e espaçadas para serem mais relevantes. A ideia em 2011 é focar no tema futebol, possibilitando o engajamento de mais internautas. “Este ano pretendemos manter os canais de comunicação que abrimos em 2006, trazendo sempre novidades para atrair novos consumidores”, explica o executivo do Grupo West Coast.

Esta também é a estratégia do Pão de Açúcar, que teve o seu Núcleo de Marketing Digital criado em 2009. O principal objetivo do Grupo é intesficar as iniciativas na web, utilizandos as redes sociais como principais plataformas de comunicação com os consumidores. A prioridade é o engajamento dos internautas, depois, as vendas. “Antes de qualquer coisa, a ações de relacionamento online são uma forma de disseminar a marca”, afirma a Coordenadora de Marketing Digital do Grupo ao Mundo do Marketing.

Mais tempo de envolvimento com as marcas
Outro benefício proporcionado pelas iniciativas online é a possibilidade de um tempo maior de envolvimento do consumidor com as marcas. Estas plataformas permitem que o internauta esteja em contato com a empresa em momentos diferentes de relacionamento, o que é intensificado com a mobilidade.

Reformulando os seus portais em 2009, o Grupo West Coast conseguiu ampliar o tempo médio de permanência dos consumidores de dois minutos para sete minutos. Em 2010, os portais foram integrados com as redes sociais. A criação da Lista de Desejos possibilitou que a empresa, que investe 1/6 de sua verba de Marketing no ambiente online, potencializasse a divulgação de novas coleções a partir de sites como Facebook e Twitter.

Apesar de ações bem-sucedidas na internet terem o poder de aumentar as vendas. As empresas devem saber que o mais importante é investir no relacionamento e estar próximo dos consumidores. “Atualmente estamos nos principais canais que os internautas frequentam. Amanhã, pode surgir uma nova rede mais relevante, em que devemos estar presentes de qualquer maneira. O nosso foco é construir uma base sólida de seguidores que podem se tornar futuros consumidores”, explica a executiva do Grupo Pão de Açúcar ao portal.

http://www.mundodomarketing.com.br/17,18517,relacionamento-e-promocao-pela-internet-potencializam-vendas.htm

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A Google TV chegou ao mercado, mas o que as pessoas estão achando?

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Lançada nesta terça-feira (12), a Sony Internet TV já ganhou suas críticas e elogios nos sites internacionais de tecnologia

Quarta-feira, 13 de outubro de 2010 às 18h30

Stephanie Kohn

Depois de uma longa espera a Google TV chegou. O lançamento aconteceu nesta terça-feira (12) no Estados Unidos e diversos especialistas tiveram opiniões bastante divergentes quanto ao aparelho. A Sony Internet TV ganhou fãs, mas também foi criticada em alguns aspectos.

O site Gizmodo US, por exemplo, gostou do design do controle remoto, mas se decepcionou com a usabilidade. Para começar, o repórter do site admite ter ficado com o pé atrás a respeito do tamanho do controle remoto da TV, mas se disse impressionado com a leveza do dispositivo e o conforto de manuseá-lo. Segundo o jornalista, a Sony não estava mentindo quando disse que se inspirou no DualShock – controle remoto que vibra do PS3 – para fazer o aparelho. Ele realmente se parece com o dispositivo de games da Sony.

O aparelho possui um teclado que pode controlar outros dispositivos no seu sistema AV e permite navegar na web por meio do Google Chrome. Com ele é realmente fácil conectar a internet à TV e, de acordo com o Cnet News, este é o mais próximo que poderíamos chegar desta união.

Porém, segundo o repórter do Gizmodo, todo o conforto não se traduz em facilidade de uso. Parece que no primeiro momento as pessoas se focam mais em conseguir apertar os botões certos no mosaico do que no menu disponível na TV. Entre os dois d-pads – aqueles típicos botões com flechinhas que podem ser pressionados para cima, baixo ou para os lados -, fica um teclado QWERTY completo e um monte de teclas que confundiram a cabeça do jornalista.

Na verdade, o que o Gizmodo US achou ruim foi a redundância dos botões de navegação. Existem várias formas de ir ao menu principal ou procurar por um conteúdo, por exemplo. Mas, na opinião do site, o que acontece é que a Sony está esperando que os usuários aprendam a mexer e se acostumem com as funcionalidades sozinhos. Diferente do software de navegação, o controle não tem uma interface intuitiva como se esperava. É claro que após alguns dias, ou para os mais lentos, meses de uso, as pessoas se acostumem com o controle remoto.

Ainda sobre o controle, o repórter do Geek.com fez uma observação bastante pertinente sobre o assunto: "Como não é preciso digitar muito na Google TV (ainda), não é necessário um teclado tão completo". Por isso que um controle simples resolveria o problema e agradaria mais os usuários.

Mas e quanto ao software, o que as pessoas acharam?

O Gizmodo foi bastante crítico quanto a isso também. Nas palavras do jornalista "a experiência de flutuar pelos menus foi mais ou menos decente". Para ele, o Google tem uma plataforma simples para oferecer aos fabricantes, por isso a busca pelos aplicativos foi fácil. Mas, na sua experiência, houve um atraso considerável ao tentar mudar de telas e menus.

Já o repórter do Geek.com achou o Google TV OS agradável de se usar. Ele acredita que o recurso picture-in-picture, ou, imagem-a-imagem, será bastante popular entre aqueles que constumam usar o laptop enquanto assistem TV. Na sua análise, ele afirma que o sistema operacional foi bem concebido e não é muito técnico para os menos experientes.

Já para a Cnet News, a qualidade fundamental da Google TV é a capacidade de pesquisar conteúdos de TV por meio de uma barra de ferramentas semelhante ao Google.com. A barra de busca se sobrepõe a qualquer tela que estiver e funciona por meio de vídeos online, assim como programas de TV a satélite, antena ou a cabo. Mas, de acordo com o jornalista, a ideia da Google é que o usuário não saiba a origem do que ele está vendo. A empresa quer apenas encontrar o que o usuário está buscando e não necessariamente informá-los de onde aquelas imagens vêm.

A Cnet News também avaliou que tanto a televisão da Sony quanto o set-top box da Logitech funcionam bem com o programa da Google TV. Isso significa que para usufruir dos serviços não é primordial adquirir a Sony Internet TV, pois é possível ter os mesmos serviços e qualidade ao comprar a caixinha da Logitech.

Infelizmente não houve análise sobre os aplicativos, já que os 50 mil disponíveis no Android Market só estarão prontos para venda em 2011.

As televisões variam de 24 a 46 cm e têm o preço de venda estimado entre US$ 599 a US$ 1.399. Diferente do que se imaginava, a televisão só vai começar a ser vendida no SonyStyle.com e no BestBuy.com no dia 16 de outubro. Já o leitor Logitech, que também segue os padrões de vendas, está disponível por US$ 399. Para nossa tristeza, ainda não foi confirmada a data de vendas e nem os preços para o resto do mundo.

http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/a-google-tv-chegou-ao-mercado-mas-o-que-as-pessoas-estao-achando/14313

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